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Os Portões dos Céus

Atualizado: 8 de out. de 2025





1

Portão dos Céus

2

Triagem Evangelista

3

Enfermaria e Torres da Enfermaria

4

Torre da Luz

5

Espíritos das Moradas Supremas

6

Exemplo de um plano espiritual

imagem acima foi desenhada pelo Espírito VINCENZO, em 2025, e clareia com muita precisão de detalhes o portão dos Céus, em tamanho reduzido para o cabimento em folha de papel e para a compreensão dos espíritos encarnados em seus vários estágios de evolução, promovendo a construção dos eventos ocorridos após o desencarne. 

Essa arte incentiva o imaginário dos leitores, com inteligência, a idealizar o portão, com maior e límpida clareza, afastando interpretações dos Livros Espíritas que trazem moradas, como se o ingresso e a saída fossem simples, preocupando-se com uma ou outra edificação existente no plano espiritual, sem grandes detalhes da passagem.

Iniciando pelo PORTÃO DOS CÉUS PROPRIAMENTE DITO (número 1)

Com o título “BEM-VINDOS AO PORTÃO DOS CÉUS”, demonstrando que a entrada é única para os vários “Céus” (sinônimo de “várias Moradas”), o portão recepciona todos os recém-desencarnados e a construção é enorme para dificultar a visão de tudo o quanto existe por detrás das grades. 

Foi idealizada pelo Espírito PEDRO, que a redefiniu nos primeiros séculos da criação.

Até então, após o desencarne, os Espíritos resgatadores vinham ao plano espiritual mais involuído para buscar os recém-desencarnados e levá-los às várias Moradas, ou ao UMBRAL, o que era demasiadamente trabalhoso, difícil por fazê-los viajar nos vários planos, levando e trazendo energias negativas consigo durante as passagens pelos planos involuídos e o UMBRAL.

Com o portão e a triagem, houve melhor organização, diminuiu rapidamente a troca de energias entre os planos e tornou-se o local um ponto de encontro aos Espíritos das várias Moradas. Deste modo, apenas os Evoluídos é quem descem à triagem, não são os resgatadores quem precisam subir.

Após o desencarne, os falecidos são buscados pelos Espíritos resgatadores, em espaços adequados de transporte espiritual, e deixados no portão. Os recém-desencarnados esperam, um a um, a entrada, em fila, podendo permanecer em silêncio ou falantes. 

Notemos  que os Espíritos desencarnados, na espera do chamamento pelo portão, trazem consigo uma série de preocupações e sentimentos porque ainda estão muito impregnados da vida encarnada. Todavia, já estão em estágio de despego total da matéria, de modo que o períspirito guarda, consigo, trejeitos físicos, máculas e subjetividades sentimentais de fácil tratamento e cura – ainda que eventuais doenças, em vida material, não tenham cura médica ou, ainda que exista, seja inacessível aos pobres.


Todos esses resquícios terrenos estão representados na arte vincenziana pelos sinais apostos acima das cabeças (exemplo extraído do desenho e em miniatura ao lado esquerdo). NOTA: Se o períspirito ainda encontrar dificuldade de livrar-se do corpo físico, o desencarne ocorre normal e naturalmente, mas, o espírito permanece naquele plano espiritual de provas e expiações, vagando por ele, encostado e/ou ganhando características de zombeiteiro, atrasando sua evolução e prejudicando a evolução d’outros espíritos, estes encarnados. 

Coloque-se em mente que estar no portão não significa ingressar na Morada dos Pais, nem acesso garantido, porquanto antes da indicação específica de qual Morada o Espírito assentar-se-á em descanso, residência e estudos, existirá a triagem realizada pelos Espíritos da Legião Evangelista (número 2), os quais podem encaminhar os recém-desencarnados às TORRES DA ENFERMARIA (número 3), às SALAS EVANGELISTAS (não presente na arte) e às TORRES DA LUZ (número 4), ou encaminhar ao UMBRAL (não presente na arte).

Todas essas nuances da triagem são abordadas na arte de Vincenzo comentada.

Durante a fila o cumprimento dos contratos celestiais perdura e só cessam após a entrada efetiva.

Apesar de não se fazerem acompanhados de seus Mentores Espirituais durante as filas, que esperarão a todos os seus tutelados depois da porta, ocasião em que conversarão sobre os próximos passos, explicando-os os atos e as consequências, os Espíritos enquanto aguardam recebem todas as energias emanadas pelos co-Irmãos enlutados, sejam elas positivas ou não, e devem permanecer em prece e oração para uma triagem e encaminhamento tranquilos.

Além disso, recebem as visitas outros Espíritos, estes já evoluídos, que aconselham, acolhem, pedem silêncio e paciência, dando atenção a cada um em seus pedidos.

Como dito, a triagem é realizada por milhares de Irmãos da Legião dos Evangelistas, que aceitaram a missão espiritual de receber, acolher e encaminhar todos os ingressantes para os setores da triagem. 

Ninguém pode fugir ou passa desapercebido. Quem engana a Espiritualidade, engana-se a si próprio.

A triagem é auxiliada por Espíritos Evoluídos (número 5), todos residentes das Moradas Supremas, que atuam na triagem e nas filas, buscando espíritos de grande merecimento e realizações, de modo que esses escolhidos não ficam aguardando a passagem, muito menos passam pelos vários setores da triagem evangelista. 



Após a recepção pelos Evangelistas, o primeiro encaminhamento possível é a ENFERMARIA – “TORRES DA ENFERMARIA” (número 3), que são 4 ao todo, distantes uma das outras por quilômetros de distância e que, de uma torre para a outra, não podem os olhos alcançar e se perdem na distância do horizonte. 

Na imagem podemos ver os Evangelistas levando os espíritos, em macas, para as TORRES DAS ENFERMARIA.

Os Irmãos que passam pelo portão trazem consigo uma série de máculas, doenças, sentimentos, dificuldades que mancham o perispírito e precisam de prévio tratamento para, depois, chegarem às várias Moradas, cuja processo de depuração pode durar um dia ou um século.

Todas as manchas perispirituais são transformadas em energia, as quais são exaladas pelo topo superior das Torres e demonstra a purificação realizada em todos os que ali estão. 

Após a ENFERMARIA, os Espíritos tratados são direcionados para a TORRE DA LUZ (número 4), onde deixarão os traços físicos, de rosto e corpo, para transformarem-se em luz. 

Importante que se tome conhecimento de que o perispírito é a ligação entre o espírito e a matéria, marcando-o muitíssimo pelas interferências do corpo. Doenças são os principais motivos pelo qual o períspirito se degrada, o que se trata na ENFERMARIA – “TORRES DA ENFERMARIA” (número 3). 

Entretanto, quanto mais anos o espírito permanece encarnado cumprindo suas provas e expiações, mais o períspirito pode ser visto com traços da fisionomia física, traços do rosto, do corpo em si e com os sons produzidos pelas vibrações das pregas vocais (voz).

O total desentranhamento das lembranças do corpo físico ocorrerá na TORRE DA LUZ (número 4).

Nesse local, portanto, os Irmãos já tratados são direcionados para as várias Moradas do Pai, a depender do grau de evolução de cada um, ocasião em que transformar-se-ão em feixes de luz e só poderão ser reconhecidos pela energia que exalam.

Um exemplo de morada é tratado no número 6

Lá se pode ver um exemplo das casas espirituais, todas iguais, a mostrar a igualdade entre todos, podendo elas ser construídas ou já estarem construídas. 

Lá se pode ver alguns dos milhares de prédios, onde se estuda, realiza reuniões importantes, contratualizações, geneticidade, a promoção da reencarnação. 

Lá se pode ver algumas residências redondas que são dos professores da Espiritualidade em suas diversas cadeiras de ensino e essenciais à evolução do ser. 

Impossível será desenhar todas as edificações. 

Umas, por não ser conhecidas pelos livros espíritas no atual estágio. 

Outras, por não ser compreendidas, ainda que pudessem estar nos livros, pelos encarnados no atual estágio.

No que tange, ainda, à TORRE DA LUZ (número 4) poderá ser acessada, ainda, pelos recém-desencarnados que, muito evoluídos, não gozam da necessidade de passar por tratamento na ENFERMARIA – “TORRES DA ENFERMARIA” (número 3). Isto é, podem ser direcionados para lá, sem qualquer passagem intermediária – SALA DOS EVANGELISTAS ou ENFERMARIA. 

NOTA: como dito os Espíritos das Moradas Suprema (número 5) podem tirar espíritos das filas e os encaminharem às Moradas mais próximas do Pai. Os resgatados são Espíritos evoluídos que estiveram em processo terreno para auxiliar outros, trazendo Luz, conhecimento espiritual adiantado e com grandes responsabilidades e intervenções em sociedades inteligentes. Estes são levados direto às Moradas, pelos Espíritos Evoluídos. Diferente é o caso de espíritos que, durante a vida encarnada, cumpriram tantas cláusulas celestiais e seguiram tão fielmente a moral cristã espírita que jornada serviu para grandes saltos na evolução. Estes precisam passar por todo o processo e suas excelentes vitórias são recompensadas com o direcionamento direto para as TORRES DA LUZ (número 4),

Por fim, existem as milhares SALAS EVANGELISTAS, localizadas atrás dos portões, em que os Evangelistas acolhem os recém-desencarnados explicando que muito dos atos durante a passagem não estavam corretos e que foram as cláusulas em sua maioria descumpridas. 

Essa conversa, que é acompanhada pelos Mentores Espirituais, resulta em duas opções: ou se leva o recém-chegado à ENFERMARIA – “TORRES DA ENFERMARIA” (número 3) ou ao UMBRAL, cuja definição é atribuída ao próprio beneficiário no exercício do livre-arbítrio.

Existe a possibilidade de ir para a ENFERMARIA porque nem todos as escolhas foram erradas; existiu uma minoria positiva. Isso indica que o espírito não estava em estado de total desalinhamento da Espiritualidade ou de ignorância deliberada e, sim, em estado de evolução mais tardio, não podendo se exigir dele grandes condutas frente às provas e expiações. 

Portanto, mesmo diante das dificuldades das provas e das expiações, a Providência dá a opção de tratamento, acolhimento e cura. 

Caso o espírito discorde dos atos e das consequências, a Espiritualidade faz uso de gravações televisivas, relatórios escritos pelos Espíritos que o acompanharam durante toda a passagem, da amostragem do contrato e de tantas outras maneiras para explicar que determinado ato, no exercício indevido do livre-arbítrio, contraria os princípios da caridade, amor ao próximo, coletividade e que, em última razão, contrariam a moral cristã (conforme ensinamentos do Cristo). 

Isso demostra, outra vez, a tentativa de a Providência aclarar situações e ajudar o desencarnado na superação daqueles obstáculos – dando-lhe tratamento, acolhida e cura. 

Ainda assim, alguns preferem seguir para o UMBRAL porque mantém a discordância, são beligerantes ou comprovam que o exercício indevido do livre-arbítrio não era fruto de evolução mais tardia e, sim, de interesse próprio de prejudicar outrem ou a si mesmo. Tais situações não cabem tratamento espiritual e, sim, uma autorreflexão intima e profunda, que só pode ser realizada pelo próprio no UMBRAL. 

Os que aceitam, tratamento seguem à ENFERMARIA – “TORRES DA ENFERMARIA” (número 3) e, de lá, após a depuração, para a TORRE DA LUZ (número 4).

Por fim, o UMBRAL pode ser acessado após a SALA DOS EVANGELISTAS, por escolha dos próprios desencarnados, exercendo seu livre-arbítrio, ou imediatamente após o desencarne, sem qualquer passagem pelo portão ou pela triagem, situação comuns em espíritos que, utilizam-se de sua inteligência, para prejudicar a si e a outrem, deliberadamente, em afrontas diárias ou frequentes às Leis de Deus.


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